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Um pediatra Dra. Rafaella Calmon, do Portal Saúde4Kids, alerta para a doença se antecipou neste e nos processos aumentaram

A rica da nova estação já é sinal de tensão para pais com filhos pequenos. É quando os indicadores oscilam bruscamente e os bebês e as crianças são vítimas de consequências. De acordo com pediatra Dra. Rafaella Calmon, do Saúde4Kids, uma doença que eleva expressivamente o número de internações nesta época do ano é um bronquiolito. A patologia ocorre muito no primeiro ano de vida e os sintomas podem ser confundidos com os de um simples resfriado. E a medicina alerta that neste ano os inspe- ços já foram avançados e aumentaram em prontos-socorros infantis e consultórios.

Um pediatra explica que “o bronquiolite é uma infecção do trato respiratório por vírus, principalmente o Vírus Respiratório Sincicial (VSR), mas sabe-se hoje que é mais do que 10 tipos de vírus podem provocar o quadro”. Uma Dra. Rafaella Calmon revela quem, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são cerca de 60 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo por ano.
Para informar os papais, um pediatra comenta algumas oportunidades recorrentes e orientais:

Meu filho pode ter?
A maioria das crianças é infectada no primeiro ano de vida e todas as crianças são expostas a esses vírus até o segundo ano de idade. Podendo recorrer durante toda a vida, mas fazendo com que os sons respiratórios mais intensos na primeira exposição.

Quando pode acontecer?
Essas telas são mais freqüentes nas faixas mais frias do ano e nas mais recentes noites do ano. No Brasil, os pibos de auditoria variam de acordo com a região, mas a maioria dos casos acontecem entre os meses de abril e julho.

Como posso identificar?
Os arquivos costumam se iniciar como um resfriamento comum: coriza, obstrução nasal, sequência de tosse que pode ser a seca ou produtiva (tosse “cheia”). Algumas vezes acompanhada de rouquidão leve, falta de apetite, febre, vômitos e diarreia, dependendo do agente causador.

Quanto tempo isso dura?
Costuma durar de 5 a 15 dias com quadro de variável de intensidade, sendo que a maioria das crianças não é de internação, mas é uma das causas de maior intensidade nos prontos-socorros e de clínicas pediátricas.

Meu filho pode pegar? Qual o risco?
Pacientes com maior risco de desenvolver quadros mais graves: portadores de cardiopatia congênita, portadores de doença pulmonar crônica, imunossuprimidos, ou seja, com a baixa imunidade como transplantados e em tratamento de câncer, assim como as portadoras de doenças neurológicas. Porém, a maioria das crianças que internam com as crianças em idade pré-escolar são Bebês abaixo de 3 meses de idade, mesmo saudáveis, têm mais risco de internação ou complicações.

Quando devo me preocupar?
O primeiro tema é o terceiro e o quinto dia de evolução, a crise mais intensa e as crises de tosse e cansaço. É preciso ficar atento quando: cansaço muito intenso com a respiração rápida, barriguinha “afundando” Quando respira, a criança fica “molinha” mesmo sem o olhar e quando é criança é muito pálida ou “roxinha” na boca, cara ou pés e mãos .

Como trato?
O tratamento deve ser orientado pelo pediatra ou médico da família que atenda a criança. Lavagem nasal com soro fisiológico e hidratação com grande oferta de líquidos e os sintomas do primeiro sintoma. O tratamento deve ser prescrito com indicação médica. Procure o seu pediatra de confiança para orientações.

Posso prevenir?
Sim. Evite os lugares cheios e fechados nas partes superiores de maior incidência. Não é pessoas renomadas ou que visitam o bebê, que é recém-nascido. Se você está em casa, é capaz de intensificar a lavagem das mãos e estimular o uso de álcool em gel. Para as mães que amamentam, a caso tem este quadro, como as orientações são como as que procuram e amam usando a máscara, mas o principal agente são as mãos, então, cuidado redobrado.

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