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É fazendo uma analogia ao filme Marley&Eu, uma comédia dramática baseada em fatos reais, que começo o meu primeiro post aqui no blog para apresentar a nova sessão do RMAX, dirigida ao dia a dia com os pets.

A ideia é trocar informação sobre esses pequenos que roubam o nosso amor da melhor maneira que existe nessa vida. Aqui, podemos falar também de gatinhos, passarinhos ou sobre o bichinho que você devota o seu carinho diariamente. A sua mensagem é bem-vinda, seu comentário é essencial.

A minha experiência será retratada por meio do Fred, um Golden Retriever de 60 dias que – de uma maneira bem clichê – conquistou meu coração à primeira vista há exatos 3 dias.

fred

Vou falar das minhas dúvidas – que são muitas -, das minhas alegrias – que são muitas -, das minhas angústias – que são poucas (ainda bem). Enfim, do meu dia a dia com esse cachorrinho delicioso que chegou para aumentar ainda mais a minha alegria.

Aí você me pergunta: mas por que eu vou querer saber tudo isso de você? E eu respondo: porque eu, como “mãe” de um recém-nascido peludo, procurei por essa internet de meu Deus muita coisa nesses dias. São muitas dúvidas, que eu só consegui tirar pesquisando muito. Então, vou falar do dia a dia, trazer especialistas para nos dar dicas, novidades do mercado para melhorar a nossa vida e a dos nossos queridos pets.

Mas, a verdade verdadeira é que eu sempre gostei de cachorros. Não deixo de me impressionar, a todo instante, no quanto eles devotam todo o seu amor para os donos e, em como aqueles olhinhos dengosos fazem com que entendamos o que se passa pela cabecinha deles.

São 3 dias com o Fred e eu já não sei como a minha vida seria sem ele. Sim, eu entendo aquelas pessoas que tratam os cachorros como filhos. Não, eu não entendo quem não trata os cachorros como filhos e sim como… como… como… animais. Engraçada essa contradição. Eles são animais, eu sei, mas ao mesmo tempo são tão… tão… tão… humanos.

O Fred me escolheu. A mim e ao meu marido. Fomos lá conhecer a ninhada, todos lindos, branquinhos, daqueles que ficam maravilhosos na foto. O Fred era o mais escurinho dos irmãos e grudou na gente assim que chegamos. Mas não de uma maneira brincalhona como todo filhote faz. Ele ficou lá, pertinho, com aqueles olhinhos pretos de jabuticaba dizendo: “Me leva logo, mamãe. Por que você demorou tanto para aparecer aqui?”. Aí eu levei, né?

A partir de então, um amor novo nasceu no meu coração. Eu quero chegar logo em casa. Eu não quero sair logo de casa. Eu acordo mais cedo, durmo mais tarde, limpo o cocô, o xixi, faço carinho, me preocupo se ele está feliz enquanto está longe de mim. Tô viciada no Fred. Morrendo de amor.

Aqui, eu vou contar para vocês e dividir as minhas dúvidas, paixões e descobertas com esse novo membro da família que já se tornou o rei da casa. Convido a todos vocês para embarcarem comigo nessa viagem de amor, carinho e devoção que, certamente, será uma delícia!

Jessica Blumer é jornalista por formação, terapeuta por ocasião e atriz por distração. Apaixonada pela vida, pelo marido, pela família, pelos amigos e, é claro, pelo Fred.

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