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Semana passada fui até Nova York convidado pela Samsung América Latina para conhecer o Galaxy S8.

Não achei correto escrever REVIEW do S8 como muitos fizeram, afinal Review é um teste longo e feito com calma, e no evento pudemos ficar pouco tempo com o aparelho, então é impossível fazer um review com 1 hora de aparelho na mão. Mas em breve teremos o Review pra vocês. Mas no fim do texto temos uma imagem comparando o S7 x S8 ok ? E a galeria de fotos no fim do Texto. E Sexta feira entra o Podcast desse texto estreando o Podcast no Rmax

Esse é o Vídeo Oficial do Evento e depois vem um texto bem grande sobre o S8, separe uns minutinhos porque acho que vale a pena entender as mudanças.

[youtube]https://youtu.be/-3C8WAM_GuY[/youtube]

Mas, antes de falar do S8, acho que precisamos voltar no tempo um pouco, na verdade até o Galalxy S1, para entender porque no S8 algumas mudanças parecem menores que nos seus irmãos mais velhos, mas ao mesmo tempo são extremamente relevantes.

Vamos dar uma olhada na foto abaixo:

Vamos voltar até julho de 2010, data de lançamento do primeiro Galaxy S, e vamos esquecer processador, memória e as variações do modelo que existe pelo mundo, ok?

Uma coisa que sempre esteve presente no Galaxy e praticamente nunca foi mudada? O Botão Home: por 7 anos o Galaxy teve o mesmo botão. Claro ele foi aos poucos sendo melhorado, mas sempre esteve lá.

E de 2010 até 2015, na chegada do S6, o Galaxy S que sempre foi dado como Premium tinha seu acabamento sempre de plástico. Era bonito, mas sempre foi plástico e a mudança só aconteceu no S6, quando finalmente metal e vidro tomaram o lugar do plástico, colocando a linha S em outro patamar.

Ao longo dos anos, as telas melhoraram, a impressão digital entrou na linha S, no S6 se não me engano, perdemos alguns sensores no S6, como barômetro e temperatura, e ganhamos a proteção contra água no S5, que foi perdida no S6, e recolocada no S7.

Também perdemos no S6 o leitor de cartões que rapidamente voltou no S7.

Tivemos baterias melhorando, ano após ano, as câmeras deram um salto nunca visto antes, a partir do S6, e curiosamente no Brasil a TV digital que é um grande sucesso, foi abolida desde o S1, uma pena hahaha.

Agora olhando para o que escrevi acima, e esquecendo a evolução do Hardware em si (mas para matar a curiosidade, o S1 tinha 540mb de memória ram e 4gb de espaço interno, se não me engano). A evolução do Galaxy sempre foi em cima das mesmas coisas: melhores telas, melhores baterias, câmera, processador, memória e um ou outro recurso que entrava em um modelo e saia no outro. Errado? Não!!!

A evolução é isso mesmo.

Por que escrevi isso?

Escutei de muitos leitores que o S8 não tem novidades, apenas o botão para trás, processador e uma grande tela.

Então a gente olha a linha S, desde o lançamento, e podemos ver que foi EXATAMENTE isso que aconteceu nos 7 anos, tivemos uma melhora em tudo do aparelho. Tivemos inovações pontuais em alguns modelos, mas, na maioria das vezes, a evolução sempre foi em cima do que já existe, então o S8 segue a mesma linha. Isso vale para outros fabricantes, que tenham em seu portfólio uma linha que tem sequência. Tentei lembrar aqui, mas se eu não estiver enganado, a única empresa além da Samsung que tem um produto que segue a mesma marca é a Apple, que tem o iPhone 1 até o 7. Todos os demais fabricantes não têm um produto que tenha 8 modelos no mercado, acho que a Motorola tem o Moto G que está na quinta geração, e só.

Agora sim, vamos falar das mudanças no S8. Dentro dessas mudanças temos algumas inovações que são bem interessantes.

Não posso deixar de falar do Hardware, afinal é um lançamento de produto, certo?

O S8 vem com o Snapdragon 835 e apenas 2 aparelhos no mundo têm esse processador.

Verdade seja dita, o S8 no mundo inteiro virá com o processador da Samsung, e apenas nos EUA ele usa o Snapdragon, mas o processador da Samsung, se mantiver o que foi com o S6 e S7, deve ser até 20% mais rápido e eficiente que o 835. Não me pergunte porque só nos EUA vem com o 835, mas acho que é algo com o Hardware das operadoras.

Vem com 4gb de ram, e aqui escutei: o S7 já tem 4gb de ram. Verdade, mas já parou para pensar que em nenhum momento é preciso ter mais que isso?

Sim eu sei que existe um aparelho de um fabricante que tem 6gb de ram, mas se os outros fabricantes não usam mais que 4gb, das duas uma, ou eles são cabeçudos ou perceberam que não precisam, e o tal aparelho que tem 6gb precisa porque não tem um gerenciamento eficiente de memória, então coloca-se mais memória e resolve-se o problema. Logo, eu acho que se todo mundo está ainda nos 4gb, é porque é mais que suficiente para usar o aparelho de forma que agrade a todos.

Memória seja ela RAM ou ROM são caras, muito caras, e só se coloca quando realmente é preciso. Nós, brasileiros, somos um dos poucos povos que olham os specs do aparelho e pensam: o outro tem 4gb, o outro tem 6gb, e esse tem 3, não quero (e muitas vezes esse de 3gb que você não quis, entrega uma experiencia muito melhor que todos os outros).

Com o Android 7, o gerenciamento de memória finalmente se acertou no sistema, permitindo ao fabricante manter a quantidade de memória igual ao modelo anterior, e ao mesmo tempo aumentar a performance do aparelho sem prejudicar a bateria.

Foi o que aconteceu com o S8. Mesmo tendo novas tecnologias, que falaremos abaixo, o novo processador, seja ele o da Samsung ou da Qualcomm, junto com o Android 7, permitiu manter a mesma quantidade de memória e ao mesmo tempo melhorou o aparelho em quase 20%.

Tela, se tem uma coisa que mudou muito no S8 foi a tela. Não ela não está ultra hiper mega blaster evoluída, mas ela teve mudanças muito significativas, principalmente falando da linha Galaxy. Desde a primeira geração a tela evoluiu em qualidade, tamanho e até ficou curva, mas uma coisa sempre esteve ali, e parecia algo muito complicado de arriscar tirar, o que era?

O Botão HOME. Acho que é algo muito complicado de mexer, pois quem tem a linha Galaxy desde o início se acostumou com ela ali, e retirar poderia ser algo arriscado, certo? Afinal, do mesmo modo que temos pessoas que se preocupam com a quantidade de RAM, temos as pessoas que amam o botão. Confesso que sou um deles, por estar acostumado. O dedo sabe onde ir, sabe onde tocar… é o famoso hábito, a gente não gosta de mudanças radicais.

Mas ao mesmo tempo queremos mais tela, mais espaço de tela, um aparelho mais bonito, mais limpo, e querendo ou não o botão HOME é uma poluição visual. Ele pode ser bonito, prático e ter uso real, mas ali na tela cada vez mais bonita, com mais cores, tem um pedaço de metal ou plástico, tem um treco físico que tira um pouco da beleza da tela, do espaço da tela, certo?

Mas como mudar algo que já faz parte do DNA do produto, como tirar algo que já se acostumou sem receber muita reclamação?

Não se tira, simples. E aí a sacada da Samsung, que eu gostei muito. O S8 é LIMPO, sem botões na parte da frente. Acredite, olhando ele por fotos ou nos vídeos pode não impressionar muito, mas quando você pega o aparelho e olha, percebe que a ideia da tela infinita faz muito sentido. Isso deixou o aparelho espetacular.

Ta bom Richard, mas e o botão?

Isso é o mais legal. Ele está lá, no mesmo lugar de sempre, sempre esteve lá, mas “invisível”. Ele simplesmente está “embaixo” da tela. Ganhamos mais espaço, ganhamos um celular muito mais clean e bonito, e ao mesmo tempo nosso querido botão continua lá, mas de forma oculta. Com as mesmas funções e no mesmo lugar que nossos dedos já estão acostumados. Verdade, sem o desbloqueio por digital, mas vamos falar dele mais tarde.

Então a primeira mudança pontual da Samsung foi ter uma big tela, em um telefone do mesmo tamanho do S7 Edge, com o botão home escondido. Acertaram? Sem dúvida que sim. E aí voltando nos Galaxy, temos uma nova tela, tal como todas as outras gerações.

Então cadê meu desbloqueio por digital?

Ele continua, mas foi jogado para a traseira do aparelho. Como sempre digo, não existe aparelho perfeito, e para mim esse é o único ponto que não curti no S8. Sempre fui contra ter qualquer botão próximo à lente da câmera, pois a gente acaba encostando nela e deixando-a suja e com gordura. Não sei se depois de um tempo de uso a gente se acostuma, mas eu gostaria que a digital ainda fosse na frente, escondida igual ao botão home. Mas isso vai de cada um, certo?

Já que estamos falando de segurança não podemos deixar de falar que o S8 tem desbloqueio por face e por íris, e o que isso muda?

Bom, já que eu não curti o botão na parte traseira do aparelho, eu posso desbloquear ele por face, ou seja, ele irá mapear nosso rosto e desbloquear o aparelho depois de verificar algumas variáveis que são únicas de cada um, até mais seguro que a digital. Já fiz o teste e se você fizer um molde bem feito de cola ou silicone, você irá conseguir desbloquear facilmente um aparelho. Já com o reconhecimento de face isso fica quase impossível, vamos manter o “quase” porque temos outra forma, e essa é impossível de ser clonada.

Você é daqueles que gostam de ter barba um dia, bigode outro dia, e isso pode atrapalhar o reconhecimento, certo? Bom não fiz o teste para falar, mas acredito que algumas mudanças mais severas no nosso rosto podem sim atrapalhar o reconhecimento, um machucado, um curativo, por exemplo, em algum ponto que é determinante para o reconhecimento.

Então além das senhas padrões, do reconhecimento de face, e da digital, o S8 tem reconhecimento de IRIS, e isso é MUITO, mas MUITO legal.

O S8 é capaz de reconhecer sua íris, ou uma parte do seu olho, mesmo usando óculos de grau. E a íris, meus amigos, é como sua digital, não existem 2 iguais no planeta. Mas a digital eu posso (modo perverso ligado) arrancar seu dedo, arrancar sua digital e conseguir usar, ou como disse acima, com cola ou silicone é possível clonar. É difícil, mas não impossível

Mas a IRIS é diferente, ela é única. não dá (pelo menos por enquanto) para ser clonada. Somente a sua poderá desbloquear o aparelho e isso eleva o S8 a um patamar muito acima dos concorrentes quando se fala de segurança.

Aí entramos novamente na evolução dos Galaxy: começou com senha, passou para desbloqueio de digital passando o dedo, e depois apenas tocando no botão, e agora com facial e íris. Uma evolução do que já se tinha, mas novamente bem relevante.

Que tal a gente falar da bateria um pouco?

No S8 é a mesma do S7, e no S8+ é 100mAh menor que no S7 Edge. Então tivemos uma piora da bateria?

Aqui temos que falar um pouco do hardware, que é com ele que a bateria tem que se entender.

No S8 temos o novo processador da Qualcomm ou Samsung, não importa, e em AMBOS o gasto de energia caiu quase 30%, logo foi possível manter e até diminuir o tamanho da bateria sem prejudicar a autonomia do S8. Pelo contrário, foi possível aumentar essa autonomia, então aqui novamente tivemos uma evolução, agora um pouco curiosa, pois pela primeira vez foi possível manter e diminuir o tamanho da bateria e aumentar o uso dela. Mais uma vez a mudança foi pontual, mas extremamente útil e importante, ainda mais falando de autonomia do aparelho. Sem contar que no S8 é possível dar 5 minutos de carga e ter quase 10 horas de uso. Não sei, mas acho que foi uma boa evolução, não?

O S8 manteve o IP 68, que temos no S7, ou seja, dá para entrar na água com ele por alguns minutos, fotografar, filmar sem ter que ficar preocupado. Tem coisa que não precisa mudar, mas é preciso manter. Ponto para o S8.

E a câmera Richard, falaram que é a mesma.

Quase isso, pessoal. A frontal mudou, agora é de 8mp, e a traseira manteve os mesmos 12 mp, mas com alguns recursos interessantes, como tirar várias fotos e, em vez de ESCOLHER qual a melhor foto, ele MISTURA todas as fotos que bateu e escolhe as melhores partes de cada uma e junta tudo em uma imagem perfeita. Isso é muito bom para determinadas situações onde a gente pode perder o momento certo e ter alguma coisa que tenha estragado a foto.

Poxa, mas de novo 12mp?

Vamos lá, você sabia que uma foto de 12mp se for colocada em escala real teria o tamanho de mais de 1,5 metro? Você irá imprimir algo com mais de 1 metro todo dia?

Acredito que não, certo? E se você realmente precisa disso no seu dia a dia, provavelmente tem uma câmera semi ou profissional, não irá usar um celular, que por melhor que ele seja, ainda está longe de ser uma câmera de verdade.

No celular, 95% das fotos que tiramos vai para Facebook, Instagram, Twitter, e-mail, e impressão de fotos para colocar em documentos que normalmente são impressos em impressoras, que usam folhas de tamanho no máximo A4.

Sendo assim, porque eu preciso ter uma câmera no celular com mais de 12mp?

Eu baixo a resolução da foto para no máximo 9mp e, se puder, para 6mp, pois para impressão 10×15, que seria de porta-retrato, por exemplo, 5mp já seria suficiente para ter qualidade.

Então em vez de aumentar o MP, a Samsung resolveu melhorar a câmera que já existe. Quem testou sabe que a do S6 e S7 são as melhores do mercado em celular, o que significa mais qualidade nas fotos.

Caraca que texto enorme… haha, mas faz parte, as vezes não dá para ser muito econômico nas palavras.

Bom falamos da câmera, da segurança, da tela, do processador, da bateria, certo?

Vamos falar agora das conexões um pouco.

O S8 finalmente veio com USB Type-C, o que era esperado no S7, e a Samsung segurou um pouco, até para ver como o mercado iria reagir com a nova conexão. Acabou chegando no S8. Ele usa o Type C, mas ao contrário do Moto Z, por exemplo, a Samsung deixou o conector de fone de ouvido no celular, não se importando se ele seria mais fino ou não, e isso é um ponto positivo, pois não precisamos de adaptador para usar nossos fones, e assim não temos uma perda na qualidade do áudio.

Uma coisa que sempre reclamo é dos fones de ouvido que vem com os celulares, não importa o valor do aparelho. Sempre na caixa vinha um fone “meia boca”. Por melhor que ele fosse, sempre era um fone ruim comparado ao que poderíamos comprar para usar com nosso aparelho top de linha.

Bom, parece que pela primeira vez, não vou poder bater nesse ponto, pois a Samsung colocou na caixa do S8 um fone da AKG. Recomendo fortemente que você faça uma busca no Google pela marca, para entender porque essa marca tem um peso tão grande entre os que adoram áudio de qualidade. OK, pode ser que o fone não seja uma maravilha, mas sem dúvidas é 100% melhor que qualquer fone de ouvido que vem na caixa de qualquer celular.

Ufa, acabou. Espera, ainda não acabou não… hahaha.

Com a parte de mudanças de hardware terminadas, podemos dizer que o S8 mudou e muito em relação até mesmo ao S7, não concordam?

As mudanças foram pontuais, ou seja, melhorias no que já existe, mas foram fundamentais, pois são exatamente nas coisas que usamos e queremos que sejam melhores, em vez de criar algo mirabolante e único que só iria funcionar se X, Y e Z fossem compatíveis, melhoraram o que era preciso, deixando o S8 redondo, funcional e muito melhor que o S7.

Então quando você escutar, mas o S8 não mudou nada, lembre-se que as mudanças nem sempre precisam ser apenas com novidades, melhorias também são mudanças, e muitas vezes, como no caso do S8, são muito mais recebidas que uma novidade. E mesmo assim tivemos novidades como o botão invisível, o leitor de íris e face, por exemplo.

Para começar a finalizar, temos que falar de uma parte que pode não parecer uma mudança, mas são novidades bem interessantes.

O que achou do DEX?

O DEX transforma seu celular em um computador. Basta ter a dock station, um monitor, um teclado e mouse e seja feliz com o pacote office, com internet, jogos e tudo isso direto na sua tela.

Pode parecer estranho, mas em breve teremos monitores, teclados e mouses disponíveis em lugares que precisamos. Basta conectar nosso celular e usar, sem ficar preocupado com senhas, vírus e se podemos ou não abrir algo nosso em um lugar público. Eu gostei muito disso. É uma forma de não precisar levar meu notebook.

Imagine essa situação: você vai viajar, e não queria levar seu note. É pesado, ocupa espaço e vai usar pouco. Mas no seu quarto tem TV, no hotel ou pousada, ou na sua casa de campo. Você leva um mouse e teclado, desses portáteis sabe? Pequenos e que cabem na mochila, sem peso, leva a dock station que é pequena e um cabo hdmi, e pronto. Liga na TV onde estiver, e trabalha confortavelmente. Seus arquivos estrão lá para você usar. Bem melhor que levar seu notebook, não acha?

Diga alou para a Bixby, a assistente virtual da Samsung.

Aqui temos uma novidade: a Bixby, uma assistente virtual estilo Cortana e Siri (aliás, a Bixby é da mesma empresa que criou a Siri e foi comprada pela Samsung). Ela funciona por um botão dedicado, ou seja, não vai entrar e se meter na sua conversa sem você pedir hahaha.

A Bixby aprende com você, no seu dia dia, e vai se aperfeiçoando para cada vez mais errar menos e lhe entregar o que você precisa, como reservar um restaurante, apagar as luzes se você tiver essas lâmpadas IoT, pagar contas e te lembrar de compromissos. Confesso que achei interessante, mas não foi possível testar de forma satisfatória. Como a Bixby precisa reconhecer sua voz, e aprende um pouco com você, lá no evento foi impossível tentar qualquer tipo de testes.

Infelizmente a Bixby, por enquanto, só responde em inglês e coreano, e acho que até o S8 chegar ao Brasil não devemos tê-la em português, mas vale a pena brincar com ela em inglês e ver o resultado.

Por fim, o S8 vem com Android 7.0 e não com o 7.1 e teve sua interface renovada e, posso dizer, bem melhorada. Está rápido, bonito e com bons recursos. Sem dúvida é uma bela evolução do S7.

O S8 é uma evolução do S7, muita coisa melhorada, algumas coisas novas, mas vale a pena a troca. São aparelhos bem diferentes entre si e a tela, por si só, já me fez desejar o aparelho

Que texto grande né?

Mas valeu a pena, e semana que vem sai minhas considerações sobre o S8, testado lá no evento em Nova York.

Abraços a todos.

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