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Fevereiro de 2019, MWC, Barcelona, Espanha, Huawei e Samsung, apresentavam seus aparelhos dobráveis, com datas prováveis de lançamento e toda pompa possível para os aparelhos, que eram cercados pela imprensa, mesmo eles trancados em redomas de vidros, e correntes para que não se pudesse chegar perto.

Agosto de 2019, depois do fiasco dos testes da Samsung com aparelhos nas mãos de um seleto grupo de jornalistas na imprensa estrangeira, em meados de Maio, Samsung retira os aparelhos de pré venda, anuncia novas correções e sem data para o lançamento.

Huawei vendo os problemas da concorrente, adia sem data o seu aparelho também, e ai começa o mistério, será que teríamos esses aparelhos a venda mesmo no mercado?

Bom tudo parece que sim, e que ambas as empresas estão chegando no momento de apresentar os produtos realmente funcionais.

Eu acho que devem ser lançados oficialmente ou no natal, ou na próxima MWC, já que as janelas de lançamentos costumam ser Fevereiro, Junho, setembro e dezembro.

E pode ser que a Huawei saia na frente nesse lançamento oficial.

A Samsung pode ter, sem intenção, poupado a dor de cabeça da Huawei de descobrir pontos fracos no material e no design dos telefones dobráveis.

E agora, com o lançamento no final de 2019, o Huawei Mate X também pode se beneficiar do uso de um sistema com o novo chip Kirin 990 ainda a ser anunciado.

Acredita-se que o Kirin 990 tenha sido usado desde o ano passado como o principal processador de última geração da Huawei. O Huawei P30, no entanto, lançado com o Kirin 980 e, por um tempo, o Mate 30 Pro foi rumores de lançar com um Kirin 985 em vez disso. Seja esse o caso ou não, vamos descobrir em breve no próximo mês, pelo menos para a família Mate 30.

Pouco se sabe sobre o Kirin 990, mas essa pode não ser a única mudança interna para o Mate X dobrável.

Ele também herdará as câmeras quad do P30 Pro, que poderiam lhe dar outra vantagem com seu sensor RYYB.

Até o lançamento do Galaxy Note 10 5G, a Huawei superou os gráficos do DxOMark com essa configuração de câmera.

A maioria, no entanto, pode estar mais interessada nas mudanças que a Huawei fez com relação ao projeto e construção do próprio mecanismo de dobragem.

A Huawei empregou uma solução que age quase como um protetor de tela para cobrir a tela sensível que é exposta 100% do tempo.

Também modificou o botão “release” para que fosse liberado com o restante da alça para evitar acionamentos acidentais do mecanismo que desdobra o telefone. Evitando assim quebras acidentais por culpa do sistema.

A Huawei ainda não colocou uma data no lançamento de seu telefone dobrável Mate X,mas tudo está levando que seja entre Novembro e Dezembro.

Isso dá tempo suficiente para realmente testar suas mudanças antes de colocá-lo nas mãos do público.

Mas tanta demora para lançar algo que já estava “pronto”?

Bom, provavelmente a Huawei resolveu verificar mais de perto seu produto, após o que aconteceu com a Samsung e evitar que o mesmo pudesse acontecer com o X.

A Samsung foi precipitada, é verdade, faltou testes com humanos comuns, e não apenas com engenheiros e robôs, por outro lado, graças a Samsung ter antecipado e coloca o aparelho para testes públicos, foi possível para ela, evitar outro desastre como foi com o Note em 2016 com sua bateria temperamental, pois um segundo aparelho com um grave problema de construção, poderia custar muito caro para a Samsung, que sem querer, com apenas 12 unidades de testes públicos, conseguiu detectar diversos problemas no produto, evitar a chegada ao mercado, mesmo tendo um provável prejuízo das unidades já compradas em pré vendas e fabricadas, pois é melhor conseguir arrumar antes de cair na mão do consumidor.

E a Huawei ao ver os problemas da Samsung, se antecipou e já retirou o produto antes mesmo de anunciar uma venda oficial, do mercado, sem datas para lançamento, e corrigir os problemas que provavelmente também existiam e não tinham sido encontrados. evitando um problema similar da concorrente em 2016.

No fim quem ganha somos nós, que mesmo querendo ver esses produtos no mercado, iremos receber produtos que agora sim foram realmente testados, não tenho dúvida que existem outros problemas que só serão encontrados quando estiverem no mercado.

Mas eu ainda tenho minhas dúvidas se telefones curvos para ter uma grande tela irão sobreviver no mercado, pois eles são frágeis demais, difícil de colocar nos carros, complicado de usar capas, entre outras coisas.

Acho que serão produtos para mostrar que a tecnologia de tela mais curva está pronta e funcional, e que serão utilizadas de formas mais variadas, mas não em telas que não podem ser protegidas, em aparelhos que não podem ser resistentes contra água e poeira, e principalmente, não irão suportar mais que uma ou duas quedas, sem ter sua frágil tela danificada.

Abraços a todos.

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