Sigla para high dynamic range (ou alto alcance dinâmico), o HDR já é popular há algum tempo, principalmente em câmeras fotográficas. O que o recurso faz é basicamente “fundir” quadros que foram capturados em diferentes níveis de exposição – um mais claro, outro mais escuro e um no meio termo, por exemplo. O resultado, após ser processado, é uma imagem (em foto ou vídeo) de maior contraste, com todas as áreas da cena bem iluminadas e, normalmente, com cores ainda mais vívidas.

Uma vez que a gama dinâmica do olho humano é muito maior do que a de um sensor digital, a vantagem do HDR para o fotógrafo é que as cenas com grandes variações de exposição entre os realces e as sombras podem ser captadas numa única imagem.  Normalmente, estas grandes variações significariam que a imagem é exposta para captar ou as informações de realce (perdendo detalhe nas zonas de sombra) ou as informações de sombra (perdendo detalhe nas zonas de realce).  Ao combinar uma gama de imagens expostas de forma diferente a imagem de HDR terminada combina todas as informações contidas nas zonas de realce e de sombra para criar uma imagem única com uma gama dinâmica muito mais ampla.

A popularização do uso da tecnologia na produção de filmes e séries, no entanto, é mais recente – e mais ainda é o suporte das TVs à reprodução de conteúdo assim.

Na verdade, até poucos meses atrás, modelos disponíveis no mercado não conseguiam exibir propriamente vídeos em HDR, graças a restrições na intensidade do brilho. Para se ter uma ideia, modelos comuns de telas não costumam passar dos 100 nits (unidade de medida de luminosidade), e por isso ficam limitados à reprodução com menos brilho.

Já o modelo JS9500, da Samsung, chega à marca de 1000 nits. Com isso, a TV consegue exibir uma intensidade maior de níveis de brilho e contraste, reproduzindo de forma fiel filmes e séries produzidos em HDR. Partes das cenas que são mais iluminadas ficam ainda mais claras e nítidas, enquanto as mais escuras atingem um nível de preto absoluto graças a funções que ajudam a TV a regular a intensidade de seus LEDs traseiros.

Com isso, as TVs SUHD já estão prontas para seguir essa nova tendência da indústria cinematográfica, exibindo da melhor forma possível séries e filmes produzidos em HDR. Os modelos disponíveis hoje têm de 50 a 88 polegadas.

Depois de atingirem resoluções altíssimas com a chegada das telas 4K, as TVs estão no caminho de mais um salto evolutivo graças a um novo recurso: o HDR. Capaz de garantir cores mais vivas e melhorar o contraste entre as áreas mais claras e mais escuras das imagens, o recurso aplicado em vídeos era exclusivo das telas das melhores salas de cinema. Mas a Samsung, líder global em tecnologia, tem em sua linha SUHD modelos capazes de reproduzir esse tipo de conteúdo.

Com versões de 50 e 88 polegadas, os aparelhos conseguem levar à sala de estar toda essa qualidade propiciada pela tecnologia, que é considerada uma tendência pela indústria de cinema e de séries. As telas de nanocristais usadas nos modelos JS9500, JS9000, JS8500 e JS7200 têm intensidade de brilho mais alta, e por isso são capazes de reproduzir níveis de sombra e cores fielmente, trazendo imagens ainda mais próximas do que o consumidor vê “do lado de fora”.

 

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