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                        O mago do cinema Steven Spielberg, já havia feito algo semelhante junto com George Lucas tempos atrás. Em Parque dos Dinossauros (Amblin Entretainment/Universal) a aventura acontecia em uma ilha que estava preparada para receber os extintos habitantes da terra em sua nova jornada. Foi uma sensacional mistura de imagens e pessoas reais com robôs e animais feitos em computador, que assustou muita gente pelos cinemas do mundo e colocou no bolso dos produtores mais de 1 bilhão de dólares.

                        Passados pouco mais de 20 anos da estréia do filme, agora, com a referencia de ser exclusivamente uma animação com os personagens jurássicos, chega às telas do Brasil Caminhando com Dinossauros (Fox, BBC Earth, Evergreen, IM Global, Reliance Entertainment, Animal Logic) um dos melhores e mais bem executados longas feitos a partir da técnica de se misturar cenários e personagens reais com os que são concebidos em computador.

                        O filme impressiona pela incrível técnica de captação e de realidade de movimentos dos personagens dinossauros. A fim de transportar o público para milhões de anos atrás, os cineastas filmaram a maior parte das cenas no Alasca e na Nova Zelândia, e os animais ganham vida graças as mais recentes pesquisas e descobertas sobre dinossauros, concepções realistas criadas em parceria com paleontólogos e efeitos visuais da mais alta tecnologia, sendo filmado com o Sistema de Câmera Fusion, usado no filme Avatar(Fox, Ligthstorn).

                        Os cineastas fizeram uma combinação digital de cenários de ação em 3D com os personagens gerados em computador, e criaram um efeito de realismo impressionante.  Para isso, processaram os cenários com a tecnologia LIDAR (Light Detection and Ranging). LIDAR usa pulsos de luz para extrair dados de distância em objetos ambientais, e assim os cineastas obtiveram um modelo de alta resolução gerado em computador.

                        Baseado em uma série que é mega sucesso na TV, o longa-metragem é uma aventura épica no mundo pré-histórico, em que um simples dinossauro luta para se tornar um herói para a posteridade. Tudo começa com um êxodo para uma terra distante para fugir do frio, e no caminho três Paquirrinossauros (Patchi, seu irmão Scowler e uma fêmea chamada Juniper) vivem uma aventura até a idade adulta, quando e como Patchi se torna o líder do grupo.

                        É uma criação ousada dos diretores Barry Cook, que tem no currículo filmes como Tron – Uma Odisséia Eletrônica, A Pequena Sereia, A Bela e a Fera e Aladdin e Neil Nightngale que assina séries importantes da televisão como Life, Planet Earth, a temporada Saving Planet Earth, Life In Cold Blood e Life In The Undergrowth, que procuraram nesse novo jeito de se fazer desenho animado dar vida a realidade a qual nossos pais não conheceram. É um filme bom, bonito e que deve ser visto principalmente pelas crianças, de todas as idades.

A gente se encontra na semana que vem!

Beijos & queijos

Eduardo Abbas

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